Jojo Rabbit (2019) | Review #Oscars2020

30 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

Um dos nomeados aos Óscares 2020 na categoria de "Melhor Filme" estreou só agora em Portugal, mais concretamente no dia 30 de Janeiro, e conta com a direção de Taika Waititi e representação de alguns atores como Roman Griffin Davis interpretando Jojo (que inclusive tem recebido vários elogios da crítica), Scarlett Johansson como Rosie (garantindo uma nomeação aos Óscares para "Melhor Atriz Secundária") e Thomasin McKenzie como Elsa.

"Um rapaz do exército de Hitler descobre que a sua mãe está escondendo uma menina judia em sua casa."

Jojo Rabbit é uma mistura de filme de guerra com comédia, o que há primeira vista parece ser algo difícil de se conseguir mas a longa acaba por nos mostrar o contrário. Inicialmente, a parte cómica foca-se muito em Hitler e na maneira descontraída e engraçada com que este interage com Jojo, quase como uma ridicularização do político. Penso que tenha sido daí que surgiram alguns comentários negativos quanto à sátira mas sendo este representado como um amigo imaginário (e ídolo) de uma criança de 10 anos, é normal que seja visto pelo mesmo como uma pessoa divertida e engraçada, como se tratasse realmente de um amigo.

Ainda assim, apesar de pertencer ao exército de Hitler e acreditar em muitos dos seus ideais, Jojo tem também os seus próprios princípios que vai descobrindo com o desenrolar da história, proporcionando-nos cenas comoventes e deixando várias reflexões acerca do nacionalismo cego. Com representações incríveis, tanto por Roman Griffin Davis como por Scarlett Johansson, este filme leva-nos numa experiência emocional onde num momento podemos-nos estar a rir à grande e na cena a seguir já estamos de lágrimas nos olhos.

Pontuação: 8,5/10







The Irishman (2019) | Review #Oscars2020

23 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

The Irishman é um filme biográfico de crime e máfia dirigido por Martin Scorsese e com um grande elenco como Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci. A longa (é mesmo longa!!) tem duração de cerca de 3h30m e está disponível na Netflix.

"Um assassino da máfia relembra o seu amigo Jimmy Hoffa."

Baseado na história real de Frank "The Irishman" Sheeran (Robert De Niro), um ex-alto funcionário do sindicato e hitman que aprendeu a matar servindo na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, este filme relembra a sua vida, as mortes que definiram a sua carreira na máfia e ainda as conexões com a família criminosa de Bufalino. Em especial, o papel que ele afirma ter tido no desaparecimento do seu amigo Jimmy Hoffa, ex-presidente da Irmandade Internacional de Teamsters, que desapareceu misteriosamente no final de julho de 1975.

Apesar de ser um filme de Scorsese e do hype em torno deste ter sido bastante grande, tenho que confessar que ao saber que a sua duração seria de 3h30m, a minha vontade de o assistir começou a cair. Tanto que até tive de o ver em 3 dias. Na minha humilde opinião de quem não estudou cinema, o filme (mais ou menos a partir de 1h30m) tem um ritmo lento que nem os flashbacks conseguiram acelerar e com tanto tempo de filme torna-se difícil prender o espectador ao ecrã, pelo menos no meu caso. Acredito que talvez se eu tivesse um pouco mais de background de cinema da altura de Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci iria ter uma melhor experiência ou até mesmo se estivesse mais familiarizada com a história biográfica, mas infelizmente isso não aconteceu e não me permitiu apreciar da mesma forma esta grande obra de arte que muitos dizem ser.

Ainda assim, houveram aspetos bastante positivos. O filme começa com um bom ritmo e com uma frase que me despertou logo a atenção (sobre pintar casas) até às tais 1h30m. A representação de De Niro também é de se destacar e os efeitos visuais utilizados para rejuvenescer os atores ficaram perfeitos. É sem dúvida um filme que requer um pouco mais de conhecimento da história real para ser totalmente aproveitado.

Pontuação: 6,7/10





Parasite (2019) | Review #Oscars2020

22 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

O filme sul-coreano que tem dado tanto que falar chama-se Parasite e apesar de já ter estreado em Portugal no dia 26 de Setembro de 2019, ainda continua em exibição em alguns cinemas espalhados pelo país. Este thriller dramático conta com a direção de Bong Joon Ho e é estrelado por Kang-ho Song, Sun-kyun Lee e Yeo-jeong Jo.

"Todos desempregados, Ki-taek e a sua família interessam-se peculiarmente pelos ricos e fascinantes Parks e à medida que se integram nas suas vidas, acabam por se envolver num incidente inesperado."

Parasite é na verdade uma grande crítica social entre o pobre e o rico na cultura sul-coreana, onde inicialmente acompanhamos a família Kim (representando a classe pobre) que faz de tudo para sobreviver e que aos poucos se vai integrando dentro da família Parks (representando a classe rica). Ao longo desta primeira parte é possível observar a comparação entre as duas classes com um certo humor-negro, ao mesmo tempo que nos perguntamos como pode existir uma discrepância tão grande entre duas famílias do mesmo país.

Se até aqui o filme já estava a ser bom por nos permitir refletir sobre certos assuntos, com o desenrolar da história torna-se ainda melhor. Na minha opinião, o grande ponto forte deste filme é o facto de nunca sabermos ao certo o que vai acontecer a seguir e ainda assim conseguir com que tudo se encaixe na perfeição numa crítica à sociedade atual. Se gostarem de filmes imprevisíveis ou simplesmente gostarem de filmes, recomendo mesmo que vejam este e de preferência sem lerem muito sobre ele para não correrem o risco de levarem com spoilers (daí não me alongar muito mais nesta review). 

Pontuação: 9/10







Sex Education S02 | Review

21 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

A segunda temporada de Sex Education estreou no dia 17 de Janeiro na Netflix e conta com um total de oito episódios, assim como na primeira temporada, com cerca de 50 min. cada.

Depois do fim desconcertante da primeira temporada, a série comprometeu-se a trazer um novo rumo para Otis (Asa Butterfield), com a sua namorada Ola (Patricia Allison) e longe de Maeve (Emma Mackey), e deixou em aberto o que aconteceria à relação de Eric (Ncuti Gatwa) e Adam (Connor Swindells) após a sua ida para o exército.

Não me vou alongar muito quanto a detalhes porque não vos quero dar spoilers desta nova temporada mas posso já começar por dizer que me agradou mais do que a primeira. Claro que eu já tinha gostado da temporada anterior senão não teria voltado para ver a segunda, mas sinto que desta vez todas as personagens evoluíram muito. É impossível não gostar da grande maioria dos personagens e é muito fácil nos identificar-mos com algum deles, uma vez que esta série tenta (e consegue) ser o mais inclusiva possível e com cenas tocantes (sim, há uma cena semelhante à cena icónica da primeira temporada). Tenho que destacar principalmente a Aimee (Aimee Lou Wood) nesta temporada como uma das minhas personagens favoritas (e com quem me consigo identificar um pouco) e por incrível que pareça, o Adam também. Todo o casting é muito bom e eu acho mesmo que esse é um dos pontos fortes desta série (não esquecendo o guarda-roupa!! contrasta super bem com as cores da série). 

Para além disso, ela tem um grande objetivo - educar-nos sexualmente - e não só cumpre-o na perfeição como ainda abrange outros grandes tabus como solidão, amor próprio, drogas, etc... Acho importante haver uma série deste género acessível aos adolescentes, mas às vezes a parte de ser uma série fica um pouco para trás quando se inserem tantas estatísticas num diálogo. Eu percebo que a série nos queira entregar o máximo de informação possível, mas isso pode acabar por estragar um pouca a experiência "televisiva". Ainda assim não foi isso que não me fez gostar desta temporada. Aliás, não houve nada de negativo que eu possa apontar. Nem mesmo o próprio final, como já vi algumas pessoas a queixarem-se por aí. Às vezes o importante não é propriamente como a história "acabou" mas sim como tudo aconteceu. E sim, há cliff hanger para a terceira temporada por isso não tardará muito para ser anunciada.

Pontuação: 9/10


 



Ford v Ferrari (2019) | Review #Oscars2020

20 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

Esta biografia de ação/drama estreou em Novembro de 2019 em Portugal, tendo como diretor James Mangold e sendo protagonizada por Christian Bale (o nosso eterno Batman) como Ken Miles e Matt Damon (o nosso Perdido em Marte) como Carroll Shelby.

"O designer de carros americano Carroll Shelby e o motorista Ken Miles lutam contra a interferência corporativa, as leis da física e seus próprios demónios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford e desafiar a Ferrari nas 24 Horas de Le Mans em 1966."

Apesar de prometer ser um filme essencialmente sobre corridas de carros, Ford v Ferrari vai para além disso mostrando a (inicialmente difícil) relação de companheirismo entre Ken e Carroll e aprofundando principalmente a vida de Ken Miles, como marido e pai de família. Isso deve-se, claro, à ótima prestação de Christian Bale e à química existente entre os dois atores.

Mas, para os amantes de ação, não se preocupem que o filme cumpre com o que promete. As corridas prendem-nos ao ecrã e por momentos parece que estamos dentro do carro com o piloto. E como falamos em duas grandes marcas no mundo automobilístico, é também bastante interessante ver um pouco do lado dos empresários e em como, na maior parte das vezes, só estão ali pelo dinheiro. Para além disso, os visuais e toda a estética está bastante apelativa e até consigo destacar a cena inicial do trailer como uma das minhas favoritas nesse aspeto.

Sendo esta uma história biográfica, é normal que se conheça o desfecho do filme, mas se forem como eu e não conhecerem a história real, aconselho a não pesquisarem muito sobre isso antes de o assistirem se pretenderem uma experiência mais emocionante. E não se preocupem se não forem grandes fãs de carros porque o filme é envolvente e certamente irão gostar na mesma.

Pontuação: 8/10







Onde Assistir os Documentários Nomeados aos Óscares 2020

17 de janeiro de 2020


Os nomeados aos Óscares 2020 foram finalmente desvendados no início desta semana e eu já estou na luta a tentar ver o máximo possível para trazer-vos review do que conseguir. E não, o problema não é só a falta de tempo, mas é também o facto de muitos dos filmes ainda não terem estreado em Portugal ou nem sequer chegarem cá, como é o caso dos documentários.
Como eu tive alguma dificuldade em encontrar sites que não pedissem mil e uma coisas antes de assistir a longa, decidi partilhar com vocês os que descobri e em breve espero trazer-vos as minhas apostas e favoritos dos Óscares 2020.


Honeyland


Honeyland está nomeado para duas categorias nos Óscares deste ano, sendo estas a de Melhor Documentário e Melhor Filme Internacional, e conta a história de uma das últimas caçadoras de abelhas da Europa que necessita de salvar as mesmas duma família de apicultores nómadas que tentam ameaçar o seu sustento e o equilíbrio natural em Honeyland, na Macedónia.

IMDb: 8,2
Onde assistir: HDFY  - Legendas em inglês
(ao fim de 1h é necessário criar conta mas é pedido apenas o e-mail e password)


For Sama


Este documentário retrata cinco anos da vida da jornalista síria, Waad al-Kateab, na cidade de Aleppo tomada por rebeldes durante a rebelião síria, e tem como (um dos) objetivo(s) mostrar à sua filha Sama, como foram os seus primeiros anos de vida. For Sama é bastante explícito e mostra a realidade nua e crua de Aleppo, não sendo aconselhado para pessoas mais sensíveis.

IMDb: 8,6
Onde assistir: I Have No TV  - Legendas em inglês


The Cave


The Cave é também um documentário sobre a realidade síria mas desta vez protagonizado por um grupo de médicas em Ghouta, que lutam contra o sexismo sistémico enquanto tentam cuidar dos feridos bombardeados usando recursos limitados.

IMDb: 8,3
Onde assistir: Amazon Prime Video




American Factory


Após o encerramento de uma fábrica americana em 2008, um bilionário chinês decide investir nela em 2014 e seguir pela produção de vidro de automóveis, trazendo consigo alguns trabalhadores chineses. Sendo estas duas culturas bastante diferentes, American Factory mostra-nos como é o processo de trabalho americano vs chinês e levanta ainda questões quanto à automatização das empresas.

IMDb: 7,5
Onde assistir: Netflix



The Edge of Democracy


The Edge of Democracy é um documentário político sobre a democracia no Brasil que, aliando-se às memórias pessoais da realizadora Petra Costa, exploram a verdade complexa da ascensão e queda de duas presidências brasileiras.

IMDb: 7,2
Onde assistir: Netflix




Get Namenecklace | #AD

9 de janeiro de 2020


Hellooooo!! Como é que vocês estão? Eu cá ando a estudar, como sempre. Vamos lá ver se é desta ahahah Se estiverem em época de exames também, desejo-vos boa sorte! Eu pelo menos preciso...

Mas já chega de falar de exames!! Vamos antes falar do facto da loja “Get Namenecklace” ter-me contactado novamente para vos mostrar as novidades . Parece que não, mas o dia dos namorados está já aí, por isso se gostarem de alguma coisa que eu vos mostrar para aqui hoje, aproveitem e mandem a dica ao vosso namorado ou namorada. Eu e o meu namorado não temos muito o hábito de trocar prendas nessa altura, normalmente vamos ao cinema ou assim (mas isso já fazemos todos os meses, é só mais uma desculpa). E vocês, ligam a esse dia? Se sim, têm aqui ótimas sugestões!


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Eu já falei aqui no blog sobre esta loja de bijuteria personalizável (podem ver o post aqui) mas resumidamente, esta é uma loja que faz desde colares com o vosso nome até pendentes com fotografias à vossa escolha. A loja é apenas online mas a sua sede fica em Hong Kong. Eu pessoalmente nunca encomendei nada nesta loja (apenas vos estou a dar a conhecê-la), mas se quiserem adquirir alguma coisa de lá (ou de qualquer outra loja) já sabem que devem ler sempre bem as reviews!

You S02 | Review

7 de janeiro de 2020


Sem Spoilers

A segunda temporada de You chegou na última semana de Dezembro de 2019 à Netflix para nos trazer uma continuação daquela que seria a história de amor mais obsessiva da televisão, apesar da primeira já estar bem contada e sem muitas pontas soltas. Desta vez baseada no livro "Hidden Bodies" de Caroline Kepnes, esta temporada decide dar um novo recomeço a Joe Goldberg (Penn Badgley) em Los Angeles, mas um encontro inesperado acaba por lhe trocar as voltas.

Apesar da série abordar um assunto sensível e polémico, é importante não esquecer que estamos a falar de uma ficção e que, mesmo com a série tentando nos mostrar um lado bom de Joe e as suas motivações, ele não deixou de matar uma pessoa na última temporada. Ou seja, ele não é uma vítima, o que para mim ficou bem claro na primeira temporada. Já nesta nova, poderão surgir alguns momentos em que nos sentimos mais sensibilizados com a personagem, mas logo a seguir o Joe faz mais alguma das dele, relembrando-nos da pessoa obsessiva e do stalker que ele também é.

Ainda assim, esta nova temporada adiciona personagens muito boas e importantes para o enredo como Love Quinn (Victoria Pedretti) e a as adoradas irmãs Ellie (Jenna Ortega) e Delilah (Carmela Zumbado), tornando a história mais interessante e surpreendente. Não esquecendo também de Penn Badgley, o Dan Humphrey de Gossip Girl e principal motivo que me levou a ver esta série assim que estreou, que nos apresenta uma interpretação emotiva e protagoniza as melhores cenas da série.

No entanto, surgem algumas dúvidas nesta temporada como por exemplo, se ele se mudou para Los Angeles, como é que ele ia até à "jaula" tão depressa? Para além de que, esperava ter visto mais interferência da Candace (Ambyr Childers) na história já que ela era uma das ex-namoradas de Joe e conhecia todo o seu passado negativo. Mas olhando a série como um todo, e ignorando esses pequenos detalhes, esta temporada supera a primeira e deixa-nos com um enorme cliffhanger para a terceira temporada que com certeza irei ver.

Pontuação: 7,5/10







Golden Globes 2020 | Vencedores

6 de janeiro de 2020

Na madrugada de 6 de Janeiro, ocorreu a premiação de Golden Globes 2020 onde é avaliado tanto o cinema, como a televisão. Com apenas cerca de 90 júris e apesar de normalmente coincidir com os vencedores de Óscares, esta premiação não influencia em nada nas escolhas da maior gala de cinema do ano.


Cinema 


Melhor Filme de Drama



The Irishman
The Two Popes
1917
Joker
Marriage Story

Comentário: O único filme que ainda não consegui ver é o que ganha o prémio principal da noite. Por não ter visto não posso me alongar muito, mas não me parece que tenha sido assim tão merecido comparado com os restantes concorrentes.


Melhor Atriz de Filme de Drama



Cynthia Erivo - Harriet
Scarlett Johansson - Marriage Story
Saoirse Ronan - Little Woman
Charlize Theron - Bombshell
Renée Zellweger - Judy

Comentário: Esta é capaz de ser a lista em que vi menos filmes, tendo sido o escolhido até então, Marriage Story. Ainda assim, apostei em Renée Zellweger pois tenho lido muitas críticas positivas acerca da sua performance.


Melhor Ator de Filme de Drama



Christian Bale - Ford v Ferrari
Joaquin Phoenix - Joker
Jonathan Price - The Two Popes
Antonio Banderas - Pain and Glory
Adam Driver - Marriage Story

Comentário: Não havia dúvidas... se não tivesse ganho teria sido muito injusto. Só falta o Óscar!


Melhor Filme Musical ou Comédia



Jojo Rabbit
Rocketman
Dolemite Is My Name
Once Upon A Time In... Hollywood
Knives Out

Comentário: Eu gostei do filme e percebo o que representa para Hollywood mas confesso que os meus favoritos eram Jojo Rabbit e Knives Out.


Melhor Atriz de Filme Musical ou Comédia



Awkwafina - The Farewell
Cate Blanchett - Where'd You Go, Bernadette
Beanie Feldstein - Booksmart
Emma Thompson - Late Night
Anna de Armas - Knives Out

Comentário: Muito merecido. A atriz é super engraçada e neste filme em especial consegue sê-lo ao mesmo tempo que nos transmite a emoção que o filme pede.


Melhor Ator de Filme Musical ou Comédia



Daniel Craig - Knives Out
Roman Griffin Davis - Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio - Once Upon a Time In... Hollywood
Taron Egerton - Rocketman
Eddie Murphy - Dolemite Is My Name

Comentário: A minha aposta foi para Leonardo DiCaprio mas tanto Taron Egerton como Roman Griffin Davis destacaram-se nesta categoria.


Melhor Filme de Animação



The Lion King
Toy Story 4
Frozen II
Missing Link
How To Train Your Dragon: The Hidden World

Comentário: Vi todos os filmes desta categoria e apostei em Toy Story 4 com o coração em Missing Link. Foi uma agradável surpresa.


Melhor Filme Estrangeiro



Parasite
Les Misérables
Portrait Of A Lady On Fire
Pain and Glory
The Farewell

Comentário: Esta era a aposta mais certa da noite. Vejam Parasite!

Melhor Atriz Secundária



Laura Dern - Marriage Story
Jennifer Lopez - Hustlers
Margot Robbie - Bombshell
Kathy Bates - Richard Jewell
Annette Bening - The Report

Comentário: Apesar de achar que a Jennifer Lopez sobressaiu mais em Hustlers do que Laura Dern em Marriage Story, a atriz é muito boa e sem dúvida que foi merecido.


Melhor Ator Secundário



Tom Hanks - A Beautiful Day In The Neighborhood
Anthony Hopkins - The Two Popes
Al Pacino - The Irishman
Joe Pesci - The Irishman
Brad Pitt - Once Upon A Time In... Hollywood

Comentário: Era uma categoria difícil mas foi merecido. Acertei mais um!

Melhor Diretor



Martin Scorsese - The Irishman
Quentin Tarantino - Once Upon A Time In... Hollywood
BongJoon Ho - Parasite
Sam Mendes - 1917
Todd Phillips - Joker

Comentário: 1917 foi o único da lista que ainda não assisti mas pelos comentários que tenho visto, foi uma surpresa para todos, até para o próprio Sam Mendes.


Melhor Argumento/Roteiro




Noah Baumbach - Marriage Story
BongJoon Ho, Han Jin Won - Parasite
Anthony McCarten - The Two Popes
Quentin Tarantino - Once Upon A Time In... Hollywood
Steven Zaillian - The Irishman

Comentário: Tinha apostado em Noah Baumbach mas não me surpreendeu ter sido o Quentin Tarantino a ganhar esta categoria. Com tantos elogios a Margot Robbie, é provável que a atriz entre novamente no último filme do diretor.


Melhor Banda Sonora Original



Alexandre Desplat - Little Women
Hildur Gudnadottir - Joker
Randy Newman - Marriage Story
Thomas Newman - 1917
Daniel Pemberton - Motherless Brooklyn

Comentário: Entre Joker e Marriage Story (os que vi até à data), não havia dúvidas.

Melhor Música Original



Beautiful Ghosts, Taylor Swift & Andrew Lloyd Webber - Cats
I'm Gonna Love Me Again, Elton John & Bernie Taupin - Rocketman
Into the Unknown, Robert Lopez & Kristen Anderson-Lopez - Frozen II
Spirit, Beyoncé Knowles-Carter, Timothy McKenzie & Ilya Salmanzadeh - The Lion King
Stand Up, Joshuah Brian Campbell & Cynthia Erivo - Harriet

Comentário: De todas a que mais gostei foi a música de Cats, mas percebo a escolha.



 Televisão 


Melhor Série de Drama



Big Little Lies
Succession
The Morning Show
Killing Eve
The Crown

Comentário: Se Succession já estava na minha lista então agora passou a ser a próxima que vou fazer maratona. De Big Little Lies, The Morning Show e The Crown (foram as que eu vi), a minha favorita é Big Little Lies.


Melhor Atriz de Série de Drama



Jennifer Aniston - The Morning Show
Olivia Colman - The Crown
Jodie Comer - Killing Eve
Nicole Kidman - Big Little Lies
Reese Witherspoon - The Morning Show

Comentário: Bem, as minhas previsões estão a sair todas ao lado... mas qualquer uma desta categoria merecia ganhar.


Melhor Ator de Série de Drama



Brian Cox - Succession
Kit Harington - Game of Thrones
Rami Malek - Mr. Robot
Tobias Menzies - The Crown
Billy Porter - Pose

Comentário: Acredito que Succession seja muito boa e que Brian Cox tenham feito um bom papel, mas Rami Malek merecia mesmo este prémio com a última temporada perfeita de Mr. Robot. No entanto, gostei do discurso do ator.


Melhor Série Musical ou Comédia



Fleabag
The Marvelous Mrs. Maisel
The Kominsky Method
The Politician
Barry

Comentário: Fleabag é muito engraçada e era a favorita. Gostei bastante da série e inclusive era a minha aposta, mas se o prémio tivesse ido para The Marvelous Mrs. Maisel ficava bastante contente.


Melhor Atriz de Série Musical ou Comédia



Phoebe Waller-Bridge - Fleabag
Christina Applegate - Dead to Me
Rachel Brosnahan - The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst - On Becoming a God In Central Florida
Natasha Lyonne - Russian Doll

Comentário: Sem surpresas. Fleabag e Phoebe Waller-Bridge este ano têm levado os prémios todos.


Melhor Ator de Série Musical ou Comédia



Michael Douglas - The Kominsky Method
Bill Hader - Barry
Ben Platt - The Politician
Paul Rudd - Living With Yourself
Ramy Youssef - Ramy

Comentário: A minha previsão seria Bill Hader com Barry pelo mediatismo que a série teve porque na realidade, nestas categorias, apenas vi The Politician e Living With Yourself. Ainda assim, a vitória de Ramy Youssef não era a mais previsível.


Melhor Mini-Série ou Telefilme



Catch-22
Fosse/Verdon
Unbelievable
Chernobyl
The Loudest

Comentário: Chernobyl é uma excelente mini-série e o prémio foi muito bem atribuído. Inclusive há review da mini-série aqui no blog!


Melhor Atriz de Mini-Série ou Telefilme



Merrit Wever - Unbelievable
Michelle Williams - Fosse/Verdon
Kaitlyn Dever - Unbelievable
Joey King - The Act
Helen Mirren - Catherine The Great

Comentário: Só assisti Unbelievable por isso não há muito que comentar... parabéns!


Melhor Ator de Mini-Série ou Telefilme



Christopher Abbott - Catch-22
Sacha Baron Cohen - The Spy
Russel Crowe - The Loudest Voice
Jared Harris - Chernobyl
Sam Rockwell - Fosse/Verdon

Comentário: Apesar de também não ter visto The Loudest Voice, a vitória de Jared Harris com Chernobyl seria muito merecida. Ainda assim e mesmo não estando presente, Russel Crowe deixou-nos uma mensagem importante sobre os incêndios na Austrália.


Melhor Atriz Secundária



Patricia Arquette - The Act
Helena Bonham Carter - The Crown
Toni Collette - Unbelievable
Meryl Streep - Big Little Lies
Emily Watson - Chernobyl

Comentário: The Act é a única desta lista que ainda não vi mas pretendo ver. No entanto, é de admirar a Meryl Streep não ter ganho com o seu famoso grito.


Melhor Ator Secundário



Henry Winkler - Barry
Alan Arkin - The Kominsky Method
Kieran Culkin - Succession
Andrew Scott - Fleabag
Stellan Skarsgard - Chernobyl

Comentário: Boa escolha. Tinha apostado em Andrew Scott de Fleabag, mas ambos mereciam o prémio.


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